CENTRO DE TRADIÇÕES GAÚCHAS, VINTE DE SETEMBRO

  

O Movimento Tradicionalista Gaúcho foi o berço dos CTGs e surgiu por iniciativa de oito jovens liderados pelo folclorista Paixão Cortes. O 1º Centro de Tradições Gaúchas fundado no Rio Grande do Sul foi o 35 CTG, em homenagem ao ano do início da Revolução Farroupilha.

Nosso CTG, por outro lado, homenageia o dia do início da Revolução e que também é considerado o dia do Gaúcho. Fundado em 20 de setembro de 1962, na cidade de Curitiba – Paraná foi um dos primeiros Centros de Tradições Gaúchas constituído fora do Rio Grande do Sul.

O C.T.G. Vinte de Setembro encontra-se atualmente sob a responsabilidade do Patrão Anderson Rutz e demais membros da Patronagem Executiva, eleitos para o biênio 2020 e 2021.

Nestes mais de 55 anos destacou-se em diversos rodeios e festivais realizados no Paraná e em vários lugares do Brasil, em suas atividades artísticas como danças tradicionais, danças de salão, concursos individuais de declamação, gaita, canto e nas provas das campeiras.

Na semana em que comemoramos o aniversário de nossa Entidade realizamos as festividades alusivas a “Semana Farroupilha”. Temos asteamento de bandeiras, missa crioula, duas domingueiras com costela de fogo de chão, boi no rolete, baile, palestras culturais entre outras atividades.

Acreditamos nesta Cultura e nesta Tradição, referenciamos nossos antepassados e reafirmamos que seus costumes devem ser mantidos, pois sempre foram exemplo de união familiar, de cuidados com os filhos, de amor a terra, hospitalidade e de cooperação entre os seus.

Nossa escolha por mantermos ativo este CTG, que representa todas as fases de nossa vida, é ver nossos filhos crescerem em um ambiente sadio formado pelas diversas gerações de nossas famílias, dentro de padrões que julgamos corretos para o cidadão viver em sociedade, constituir família e continuar a propagar a Cultura e a Tradição que os fez crescer com alegria, responsabilidade e dignidade.

  

 "É a nossa história transcendendo gerações

e mostrando cada vez mais que o

Paraná gaúcho nasceu aqui!"

O Centro de Tradições Gaúchas Vinte de Setembro tem alimentado os corações e pensamentos de gaúchos de todos os pagos, alicerçado no lema: “O Brasil vale mais pela Cultura, Tradição e Humanidade”. Essa frase dimensiona a responsabilidade dos dirigentes do galpão e dos associados como um todo, na preservação e difusão da tradição gaúcha.

Embasados nos pilares de "Respeito e União " e na Carta de princípios tradicionalista, estamos dispostos a oferecer aos sócios e frequentadores um ambiente cada vez mais agradável sem perder a essência tradicionalista e hospitaleira do Gaúcho que já é marca registrada do CTG Vinte de Setembro.

Abraço Cinchado.

Anderson Antônio Rutz - Patrão Executivo

 

Membros da atual Gestão 2020/2021:

Patrão – Anderson Antônio Rutz

Capataz Geral – Renato Tadeu Wozniack

1º Capataz – Marcos Alceu Dalagassa

2º Capataz – Edson Luiz Broch

1º Sota Capataz – Josiel Carlos Hack

2º Sota Capataz – Valcir Inácio Wilhelm

1º Posteiro – Marcelo de Lima

2º Posteiro – Lupercio de Souza

1º Agregado das Pilchas – José M. P. Bonholo

2º Agregado das Pilchas – Marionei Luiz Maciel

1º Xirú das falas – José M. P. Bonholo

2º Xirú das falas – Euclides Leandro da Fonseca Filho

 

Ser Gaúcho É ...

Barbosa Lessa

Ser gaúcho é escolher um caminho e decidir-se a trilhá-lo, a trotezido no mais, devagar e sempre, sem se deixar enredar nos cipós das pendengas.

É saber apreciar na natureza inteira, no horizonte da planura, no sol aquecendo a flor, no retouçar dos cavalos, no grito dos quero-queros, na mansidão da boiada, no bravio rugir das feras, uma escola de energia em que hámuito o que aprender.

Saber suportar com dignidade a dor e o sobressalto.

Na carreteada da vida, fazer igual a serpente: ir mudando só de casca mas guardando sob a pele a jovial vitalidade.

É resistir à fácil tentação de ser gentalha, deixando para quem queira a farra e a fama de bagaceira.

Ser gaúcho é furtar-se ao riso sem juízo, à palhaçada dos gestos, à molecagem da fala, mas dar boas gargalhadas quando não há desrespeito.

É ter no fogo dechão a beleza do convívio de patrão com o empregado, do avô com o filho e o neto, ou seja lá quem se achegue buscando um pouco de afeto.

É aquecer cordialidade no rito do chimarrão, escutando a charla mansa, dando a mão ao “índio irmão”, distribuindo esperança, cantando trova ao violão, e indo assim se predispondo ao festejar desta vida na vibração dos rodeios e no abraço dos fandangos.

De alma forte e coração sereno, manter firmeza e doçura, e mesmo nos atos de dureza extrema, jamais perder a ternura.